O ensaio “Desenho automático”, considerado um marco na obra de Austin Osman Spare, foi publicado originalmente na revista Form, vol. 1, n. 1, em abril de 1916. Fundada em 1916 por Spare e Frederick Carter, a Form foi um periódico de arte e literatura que buscava reunir ilustrações, poemas, contos e estudos críticos. A revista foi extinta em 1917 depois de apenas duas edições, mas retomada por Spare em 1921, durando mais três edições. Nesse texto, é como se o autor instituísse o método da criação automática como sua verdadeira prática artística. O movimento surrealista, que surgiria em Londres vinte anos depois, clamava o desenho automático como uma de suas premissas.
Já o texto “Desenho automático como meio para a arte” é um dos capítulos de O livro do prazer, publicado originalmente em 1913 e considerado a obra magma de Spare.
Esta edição em chapbook reproduz a tradução publicada em Arte e magia do caos: obra reunida de Austin Osman Spare, lançado pela Palimpsetus em 2021. A ilustração de capa e o desenho automático ao final do texto fazem parte da publicação original na Form. Os outros desenhos são de O livro do prazer.
FICHA TÉCNICA:
Formato: 12,5x18cmPáginas: 24
Impresso a laser em papel Pólen 90g
Capa em Kraft 180g com laminação Bopp fosca
Aplicação localizada de foil prateado na página de rosto (papel vegetal)
Encadernado na Oficina Palimpsestus
Edição numerada e chancelada. 108 exemplares.
Loja da Palimpsestus, editora independente e oficina de ideias em arte, crítica, ocultismo, literatura, poesia e tradução.